SINDICATOS DEVEM OU NÃO, DEFENDER EMPRESÁRIOS
E TRABALHADORES CONTRA O COMUNOPETISMO EM SUA ÂNSIA DE PODER E IMPOSTOS?
(...) o governo
comunopetista também empurra a economia com a barriga, mas, agora, começam a
aparecer os problemas e ele, o governo quer mais dinheiro, custe o que custar! (...)
Escrito Por Luiz
C.S. Lucasy em 07 FEV2015
Artigo:
Sindicalismo e CCT
A
questão salarial, o ‘baixo salário’, comparado aos custos da vida, ela esta
contida em um falso fundamento de governo e
não da economia e das empresas. A responsabilidade dos salários não esta
nas ‘mãos do empresariado’, mas, nas mãos dos governos: municipal, estadual e
principalmente federal, considerando a centralização de poder; no caso do
Brasil, a maior ingerência esta nas ações do Governo Federal comunopetista. Por
sua vez as Centrais Sindicais, Confederações e Federações Sindicais que se promoveram
como tentáculos do governo, manipulam os sindicatos regionais segundo sua
vontade que é a vontade do governo comunopetista (PT não é mais um partido, é
uma excrecência).
Um
exemplo. A questão do transporte do homem ao local de trabalho. Basta observar
as mudanças. A princípio parece uma evolução do transporte, quando o sujeito
vai de ‘condução própria’. De fato, o transporte (nas empresas, não estatais) é subsidiado pelo próprio
usuário. Mais uma ‘economia’ nas costas de quem trabalha, para manter o alto
nível de impostos do governo anti-povo, obviamente populista e hodierno, às
pessoas que trabalham, segundo palavras de uma ilustre petista: Marilena Chauí.
O uso do carro, pelas pessoas, é como o governo: se empurra com a barriga enquanto
se usa apenas o combustível, parece compensador (ou parecia), melhor que
ônibus, no entanto após dois anos começam os problemas sérios: suspensão,
freios, radiador, motor, manutenção etc. O governo comunopetista também
empurra a economia com a barriga, mas, agora, começam a aparecer os problemas e
ele, o governo quer mais dinheiro, custe o que custar!
As
condições de trabalho, especialmente nas regiões não industriais, ao longo dos anos, elas, perderam qualidade, não por culpa do empresário. O
empresário, como capitalista é uma vítima do pensamento comunista, anti-capitalista,
pensamento este que impera no Foro de São Paulo, MERCOSUL e CELAC de Cuba. Mas
por culpa da intervenção econômica do governo pelo viés incomodativo e
panfletário das Centrais Sindicais, Federações e Confederações, e, dos mandados
no município, incluindo as câmaras municipais, prefeitos, associações
comerciais, e sindicatos patronais, todos aliados do governo de plantão, eleito
pela 4ª. vez, pelas maquininhas Smart Matic, produzidas em Venezuela.
Com
isso não quero dizer que todos os empresários são maravilhosos! Existem os empresários
oportunistas, os empresários ligados ao governo, por gosto, aqueles que gostam
de poder. Existem empresários que querem o Estatismo e acham que o governo
comunopetista jamais implantará o comunismo. Sabem que o comunismo é uma
impossibilidade econômica, e isso foi provado em 1921 por Ludwig Von Mises,
então, terão que conviver com o capitalismo. Mas, o que eles não sabem é que o
comunismo sofreu transformações para suportar o capitalismo, só o necessário. Por
isso muitas empresas (não monopólios,
não cartéis, não corporações) estão fechando ou saindo do país. E a ‘generosidade’
brasileira transformou-se qualitativamente, em 60 mil assassinatos ao ano. E
aí, esta a confusão empresarial, ser ou não ser um monopólio? E como sê-lo?
Então,
muitos, tornam-se oportunistas e se aliam ao governo comunopetista – para conseguirem
uma ‘boquinha’ –, o que foi o caso das empreiteiras e vejam no que deu; todos
nas barras dos tribunais. Este o
resultado final das aventuras. O porquê não cabe nesta matéria, mas, é
justamente pela interferência de corruptos incentivando corruptos ao erro, para
descambar na entrega da empresa ao Estado.
Os
empresários com sua curta visão política (sua função não é política parlamentar) e alianças traidoras – alianças de duas
palavras: uma ao capitalismo, outra ao comunismo, eles consideram um governo
Estatista, um governo do tipo de Getúlio (período da 2ª. Grande Guerra), e,
segundo o ‘sonho dos militares de patente’, oportunistas ‘do soldo’ (excluindo
o grupo militar Inconfidência e Ternuma e mais um que não lembro o nome). Os
militares de patente querem um “Estado Forte”; para eles, pouco importa se é
comunismo, nazismo ou sharianismo (leis corânicas), desde que se sintam no
comando da corporação e continuem recebendo seu “soldo”.
O
“Banco de Horas” – para o setor
comercial (onde não há indústrias) – foi um arranjo para compensar 'dias pesados
(no turismo, no comércio), por dias ociosos’; a jornada dupla (onde tinham 02,
manda-se um embora, para um, fazer o trabalho de dois), foi outro arranjo para
economizar e por que isso? Empresários gananciosos? Não! Governo inconsequente,
sim! O governo pressiona as empresas, logo, as empresas refletem isso junto aos
colaboradores, aqueles que lhe vendem a mão de obra. E isso não é bom para a
empresa e a empresa sabe disso. Mas, segundo o governo comunopetista, isso
pouco importa, pois esta em permanente transição. Pois ele sabe que as pessoas
(‘a crasse trabaiadora do lulopetismo’) foram condicionadas a ‘odiar os patrões’, este foi o
grande trabalho sindical de longos anos.
Os
empresários, eles tem a “faca e o queijo” nas mãos para começar a disciplinar moralmente esta situação. Improvisar um sindicato de verdade no local de trabalho, para
defender o trabalho, a dignidade da profissão e a empresa.
Ou, os sindicatos (aliados do governo) se aliam aos empresários e trabalhadores, ou o sindicato deve deixar de existir. É uma inutilidade e custa caro. Pois não pode servir a dois senhores. Sendo um aquele que vende sua força de trabalho àquele que lhe oferece as condições de trabalho, e outro, aquele que lhe cobra pelo direito de trabalhar e viver, como se tivesse o direito de fazê-lo simplesmente ostentando o poder de Estado! A força bruta! E de sobra desestimulando as empresas capitalistas de investimentos privados.
Ou, os sindicatos (aliados do governo) se aliam aos empresários e trabalhadores, ou o sindicato deve deixar de existir. É uma inutilidade e custa caro. Pois não pode servir a dois senhores. Sendo um aquele que vende sua força de trabalho àquele que lhe oferece as condições de trabalho, e outro, aquele que lhe cobra pelo direito de trabalhar e viver, como se tivesse o direito de fazê-lo simplesmente ostentando o poder de Estado! A força bruta! E de sobra desestimulando as empresas capitalistas de investimentos privados.
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